Ao silêncio

Vou deixar a febre pra lá,
guardar os sapatos e gastar
um pouco do tempo,
já tenho de sobra pelo que me cobrava

pra tirar do travesseiro
o sangue das feridas cicatrizadas
assoprando os joelhos,
me dizendo a todo tempo “vai passar”

Eu te peço, não fica!
minha mente compulsiva briga
usando todo “sim” que ouvi
pra iluminar o deleite que deixei na sombra

Dos pensamentos
que tive naqueles lençóis
Das minhas três casas
onde toda decisão foi reconsiderada
até o fim.

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