A fórmula da música perfeita…

Dave Grohl sempre me impressionou. Talvez um dos rockstars mais surpreendentes da nossa época, o garoto saído do Nirvana( que dispensa comentários, pois ame ou odeie Kurt Kobain, não se pode ignorar o destaque da banda) conseguiu estabelecer uma banda forte e significativa.

Foo fighters nunca me impressionou por grandiosas composições, músicas que marcaram minha vida ou que se destacaram na época mas por ter algo que poucas bandas contemporâneas apresentam: a linearidade.

Não cito a linearidade como monotonia, mas sim quanto a qualidade de suas composições. O Foo Fighters sempre conseguiu que suas músicas fossem ouvidas. Usando-me como exemplo: quando tocam canto e gosto muito, apesar de não serem minhas escolhas prioritárias.

Isso sem comentar os clipes hilários.(hahaha)

E assim segue seu novo albúm, com algumas inovações interessantes, mas dentro da linha “Foo Fighters” de ser. Com mais músicas acústicas e maior uso do violão em outras, “Echoes, Silence, Patience And Grace” se torna interessante desde a faixa inicial(e minha favorita), a violenta “The Pretender”.


Foo Fighters – Echoes, Silence, Patience and Grace (2007)
Rating: 3,75 de 5 discos com nomes complicados (ou Vivas ao Ctrl+C!)

(Clique na foto para fazer o download)


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